Por Edmilson Silveira – Fundador e Presidente Nacional do Movimento Consciência Brasil (MCB)

Por Edmilson Silveira – Fundador e Presidente Nacional do Movimento Consciência Brasil (MCB)

 

O Brasil precisa de confiança, não de oscilação

 

A recente pesquisa divulgada pela Quaest, apontando que 40% dos brasileiros avaliam negativamente o governo Lula, enquanto apenas 28% o consideram positivo, revela mais do que números. Mostra a perda de confiança de uma parcela significativa da população em um projeto que, outrora, prometia inclusão, crescimento e estabilidade.

 

Ainda que a análise da empresa Quaest fale em “oscilação favorável”, os dados não deixam dúvida: a maioria dos brasileiros está insatisfeita ou, no mínimo, desconfiada. Outros 28% consideram o governo apenas regular — ou seja, estão no limbo entre a esperança e a decepção. Isso significa que 56% da população não avaliam positivamente a atual gestão. É sintoma de um Brasil que se vê sem direção clara, imerso em polarizações, sem resultados concretos na vida real do povo.

 

O Movimento Consciência Brasil (MCB) acredita que o país precisa de uma nova consciência política — baseada em valores cristãos, trabalho honesto e compromisso real com o povo. Não se trata de rejeitar partidos ou lideranças, mas de superar a velha política, marcada por promessas não cumpridas e alianças de conveniência. O Brasil precisa de ações que enfrentem a fome, a exclusão social, a miséria e o desemprego — não de discursos vazios e gestos simbólicos.

 

O povo brasileiro é resiliente, trabalhador e merece um governo que dialogue com suas dores e ofereça soluções reais para educação, saúde, segurança e geração de empregos. Um governo que ouça, que respeite, que sirva — e não apenas governe.

 

É com esse espírito que o MCB se apresenta como um novo instrumento de transformação, preparado para ajudar a construir um Brasil justo, próspero e fraterno. Um Brasil que escuta o clamor das ruas, das periferias, das igrejas, das famílias, e que responde com políticas públicas sérias e efetivas.

 

A queda da popularidade do governo atual não é uma comemoração — é um alerta. Um país sem credibilidade política enfraquece suas instituições, desanima investidores e penaliza o povo. Ainda há tempo para corrigir rotas, mas o tempo urge. O Brasil não pode mais esperar.

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